quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Casamento IV



“O véu é um adorno que quase noiva nenhuma abre mão. Por isso fomos à fundo para descobrir de onde ele surgiu , porque é usado e quais são os tipos existentes. O véu surgiu na Grécia antiga com a função de proteger a noiva de mal olhado e de outros admiradores. Significa também a transição da vida de solteira para a vida de casada.
O modelo do vestido, o formato do rosto, a altura, o horário e a formalidade do casamento são fatores que devem ser levados em conta para a escolha do modelo mais adequado.
Os curtos são ideais para casamentos ao ar livre, durante o dia e informais. Criam um visual mais leve com menos seriedade.
Podem ser na altura dos ombros, cotovelo ou médio( altura da cintura).
-Ombro: ideal para um visual mais leve, combina muito bem com vestidos curtos e tomara que caia. São muito indicados para casamentos durante o dia, em jardins ou no campo.
-Cotovelo: exceto vestidos de calda, esse tipo de véu combina com qualquer outro tipo de vestido. Seu comprometo bate no ombro, coincide com a cintura.
-Médio: seu comprimento bate um pouco abaixo do dedo da noiva. A única restrição para esse modelo é usa-lo com vestidos curtos.
Já os longos são mais sofisticados e ideais para cerimônias formais à noite.
Véu Catedral: bem comprido, seu tamanho varia entre 2,5 e 5m. É combinado com vestidos longos e perfeito para cerimônias em ambientes fechados de preferencia após as 20h.”

A origem do uso do véu esta na antigüidade quando era usado como parte do vestuário feminino, principalmente pelas mulheres da nobreza, pois sua pele devia ser clara. As camponesas tinham a pele escura curtida pelo sol. A função do véu era proteger os cabelos e a pele do rosto e pescoço contra danos causados pelo sol e pelo vento.
O uso do véu da noiva era um costume da antiga Grécia e que foi criado para proteger a noiva de mau olhado e também de outros possíveis admiradores.
Na Idade Média, o uso do véu entre as mulheres dos povos Anglo-saxões se dava apenas entre as mulheres casadas, e jovens solteiras não podiam usa-lo.
O véu tem seu significado religioso no Cristianismo pois ele aparece em todas as representações de Maria, Mãe de Jesus Cristo. O uso do véu na igreja era comum antes da década de 1960.
O véu da noiva também esta ligado a mitologia, pois Ishtar, a antiga Deusa do Amor, surgiu das profundezas e os vapores da terra e do mar cobriram-na ” como um véu “.
O véu é uma peça misteriosa pois ao mesmo tempo que esconde, destaca a beleza da donzela.
A Grinalda faz com que a noiva se pareça com uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, ‘o que separa duas coisas’. O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa.
O véu dá a noiva uma aura angelical, quase divina, por isso é considerado símbolo da pureza e foi incorporado ao traje da noiva, devendo então ser sempre no tom branco. Historicamente, as noivas usavam o véu caindo sobre as costas no dia do matrimônio como prova de virgindade e da cor branca para ressaltar a pureza.










http://www.whisperwoodcottage.com/2011/11/burlap-month-features-10-burlap.html
http://zankyou.terra.com.br/p/a-delicadeza-e-romantismo-dos-vestidos-de-noiva-po-de-arroz
http://thefavoritefashion.blogspot.com.br/2012/07/casamentos-7-veu-de-noiva.html
http://www.lafoto.com.br/blog/uncategorized/veu-de-noiva/
http://lafoto.wordpress.com/2008/03/10/curiosidades-sobre-o-veu-da-noiva-grinalda-e-mantilhas/

Tenha um ótimo dia.
 Anajá Schmitz

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Casamento III



Foi com os romanos civilizados que surgiu a concepção de se criar trajes inéditos e diferenciados para a cerimônia do casamento. As romanas vestiam uma túnica branca e se envolvia com um véu de linho muito fino de cor púrpura, que levava o nome de flammeum. Nos cabelos, tranças ornadas com flores de verbena. 
Após a queda do Império Romano a referência passou a ser a corte bizantina, onde as noivas se casavam com sedas vermelhas bordadas em ouro e traziam no cabelo tranças feitas com fios dourados, pedras preciosas e flores perfumadas. 
Na Idade Média a consolidação do cristianismo impôs ao matrimônio uma carga religiosa sacra, que perdura, em parte, até os dias de hoje. Surge o vestido de noiva, propriamente dito, com uma simbologia de poder e com uma função social determinada. A noiva era apresentada à sociedade com todas as suas jóias – broches, tiaras, braceletes, vários colares e muitos anéis (podendo ser mais de um em cada dedo), com um vestido vermelho ricamente bordado e sobre a cabeça um véu branco bordado com fios dourados. O vermelho remetia à capacidade da noiva de gerar sangue novo, dando continuidade ao clã, e o véu falava da sua castidade. 
Avançando um pouco mais na história, chegamos às noivas burguesas, de uma classe recém criada e que queriam mostrar todo o seu poderio frente à nobreza. Ela era mostrada com o ventre saliente, demonstrando a sua capacidade de procriar.

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Tenham um ótimo dia...

 Anajá Schmitz

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Casamento II


Esse anel, aliança, surgiu entre os gregos e os romanos, provavelmente vindo de um costume hindu de usar um anel para simbolizar o casamento. Os romanos acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (veia d'amore) que estava diretamente ligada ao coração, costume carregado culturalmente até os dias de hoje.
No início a aliança era tida como um certificado de propriedade da noiva, ou de compra da noiva, indicando que a mesma não estava mais apta a outros pretendentes. A partir do século IX, a igreja cristã adotou a aliança como um símbolo de união e fidelidade entre casais cristãos.
Muitas crenças nasceram então, como exemplo o fato de que os escoceses dizem que a mulher que perde a aliança está condenada a perder o marido.
Seus anéis eram de ferro imantado. Eles acreditavam que um imã tinha o poder de atrair o coração humano, órgão que representa o amor. Por isso tiveram a idéia de usar anéis após a celebração matrimonial, com a função de atrair o coração do companheiro para sempre. O imã, em formato de anel, era usado no dedo anular da mão esquerda, pois acreditava-se que ali havia uma veia ligada diretamente ao coração. Esse costume passou depois para os romanos e a Igreja manteve a tradição. No casamento judaico, as alianças são usadas no dedo indicador.
O termo aliança (bérith em hebraico) possui o sentido de compromisso ou de pacto, o anel nupcial. O anel serve essencialmente para indicar um elo, o signo de uma aliança, de um voto, a ambivalência desse símbolo provém do fato de que o anel une e isola ao mesmo tempo. É a expressão de um voto que confere ao anel seu valor sacramental. Poder-se-á observar ainda que,
de acordo com a tradição, durante a celebração do casamento os noivos devem permutar entre si os anéis, uma dialética duplamente sutil e que exige que cada um dos cônjuges se torne, assim, amo e escravo um do outro. (Como a imagem do abade, substituto da divindade, a colocar o anel nupcial no dedo da noviça que, assim, se torna esposa mística de Deus, a serva do senhor.)
No cristianismo, o anel simboliza a união fiel, livremente aceita. Está ligada ao tempo e ao cosmo. O texto de Pitágoras que diz: "Não deveis colocar a imagem de Deus em vosso anel." Isso demonstra que não se devia associar Deus ao tempo.
Os primeiros cristãos, à imitação dos gentios, usavam anéis e, Clemente de Alexandria aconselhava os cristãos de seu tempo a usarem no engaste de seus anéis a imagem de uma pomba, de um peixe ou de uma âncora. Só os aristocratas eram autorizados a usar um anel de ouro. No plano esotérico, o anel possui poderes mágicos.
Foi em 1549 no Livro de Orações Comuns que foi designada a mão esquerda como "mão do casamento", uma tradição reconhecida até hoje em todo o mundo.
Outro fato interessante é que até o século XIII não havia aliança de noivado ou compromisso. O Papa Inocente III declarou que deveria haver um período de espera que deveria ser observado entre o pedido de casamento e a realização da cerimônia matrimonial. É por isso que hoje existe um anel de noivado e depois a aliança de casamento. O primeiro anel de noivado de que se tem notícia foi aquele dado pelo Rei da Alemanha, Maximiliano I, a Maria de Burgundy em 1477.

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Tenham um ótimo dia...

 Anajá Schmitz

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Casamento I



O vestido de noiva é um dos signos mais emblemáticos do casamento, refletindo os costumes de um povo e simbolizando, de modo deslumbrante, o amor do casal.
Um traje especial para um dia não menos importante. Independente da conotação – amorosa, comercial, familiar ou religiosa, o casamento é uma das ocasiões mais importantes na vida do casal. E para a mulher a escolha do traje sempre esteve ligada à importância que se da para esta cerimônia. A expressão “vestido de noiva”, segundo alguns historiadores, surgiu na Idade Média. Mas mesmo sem ter a consciência de uma peça exclusiva para esta data, as mulheres, já nos relatos bíblicos, sempre estiverem preocupadas em como se apresentar para a sua comunidade.
Os relatos históricos mais antigos que se têm notícia são da Grécia, onde as mulheres se vestiam de branco e usavam uma coroa, pois deste modo, quando estavam a caminho da casa do noivo, recebiam as bênçãos de Himeneu, o deus do casamento. O rosto também era coberto com véu (que protegia da inveja, mau olhado e a cobiça de outros homens) e a jovem carregava uma tocha (símbolo do deus).
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Tenham um ótimo dia...

 Anajá Schmitz

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SACI PERERÊ ...



A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.

É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.

Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.

Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.

Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc.

Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial.

Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas.

Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações:
Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda.
Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai.Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer.

Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.


http://casadecorada45.blogspot.com.br/2012/06/post-0439.html


Tenha um ótimo dia...
Anajá Schmitz



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Apreciando a gastronomia....

Em nossas andanças pelo Uruguai e Argentina, umas das coisas mais gostosa que já comemos foi o alfajor. Esse doce alegrou nossas viagens. Na ultima viagem fomos de carro e nosso café da tarde era alfajor com energético, dizem que o energético tira o sono, mas para mim não adiantou, ele funcionou como um sonífero. 

Alfajor (em castelhano pronuncia alfarror) é um doce tradicional da Espanha, Argentina, Chile, Peru, Uruguai e outros países ibero-americano, O nome vem do árabe al hasu e significa recheado.
Doce composto de duas ou três camadas de massa, que após assadas devem ser levemente crocantes e macias, quase esfarelando, mas firmes, e com recheio de doce de leite, coberto com chocolate derretido ou polvilhado com açúcar de confeiteiro.
 Com o passar dos anos, entretanto, a receita tradicional foi perdendo espaço para sabores de alfajor novos e exóticos. Muito popular na Argentina, o doce é considerado um ícone da cultura do País, onde são consumidos seis milhões de alfajores todos os dias de mais de uma centena de marcas. A mais famosa delas, Havanna, data de 1948 e possui mais de cento e oitenta lojas no país.

Alfajor



MASSA
  •  100g de farinha de trigo
  •  100g de açúcar
  •  2 ovos
  •  100g de manteiga
  •  200g de amido de milho
  •  1 colher (sobremesa) de fermento em pó
RECHEIO
  •  1 lata de doce de leite
  •  400g de chocolate meio amargo ou ao leite (para banhar os Alfajores)



  •  Em um recipiente, coloque o açúcar, a manteiga e os ovos levemente batidos
  •  Misture com uma colher
  •  A seguir, adicione a farinha, o amido de milho e o fermento (peneirados)
  •  Mexa com as mãos até se agregarem e trabalhe a massa sobre uma superfície lisa
  •  Abra porções da massa com auxilio do rolo
  •  Modele os Alfajores com um cortador redondo
  •  Coloque em uma assadeira untada e polvilhada
  •  Leve ao forno pré-aquecido 200°C por 15 a 20 minutos
  •  Retire do forno e empregue o recheio de doce de leite
  •  Após recheá-lo banhe no chocolate meio amargo derretido em banho-maria
  •  Decore a gosto
http://vovopalmirinha.com.br/bolos/alfajor-2
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfajor





Dicas de Como Decorar Mesas




   
http://coisasladosul.blogspot.com.br/2012/01/mesas-decoradas_15.html
http://como-decorar.blogspot.com.br/


Tenha um dia iluminado....
Anajá Schmitz