sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Um surpresa de Prestigio...




Receita de Sobremesa prestígio

Ingredientes:

1 lata de leite condensado 
200g de coco ralado 
1/2 xícara (chá) de glucose de milho 
5 colheres (sopa) de leite em pó 
1/2 lata de creme de leite. 
Cobertura: 
300g de chocolate meio amargo picado 
1/2 lata de creme de leite 
Lascas de coco e morangos para decorar


Modo de Preparo:

Em uma tigela, misture o leite em pó e o creme de leite até formar um creme
Coloque em um refratário grande e leve a geladeira
Cobertura: Derreta o chocolate em banho maria e misture o creme de leite
Despeje sobre o creme e leve novamente a geladeira no mínimo por duas horas
Na hora de servir, decore com lascas de coco e morango.

Informações adicionais

Se preferir coloque em taças individuais e decore com raspas de chocolate.


http://www.amoreceitas.com/receita/receita-de-sobremesa-prestigio.html#.UJJzJG-x-dc






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                                http://www.myhappyday.com.br/home/tag/casamento?currentPage=4


Tenha um ótima semana...
 Anajá Schmitz

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Flores para encantar nosso dia....


Com a proximidade do Natal sempre estamos a procura de uma sobremesa para nossa ceia. A banana é uma ótima fruta para uma receita. Lembro de aos domingos sempre termos alguma coisa feita com com banana.  Minha cunhada fazia uma receita maravilhosa, um dia vou pegar a receita com ela e postar aqui. Segue esta deliciosa receita, espero que apreciem.


Banana com goiabada e merengue



Receita de Sobremesa de banana com goiabada e merengueIngredientes:

6 bananas nanicas cortadas ao comprimento (em 3 cada uma) 
500 gramas de goiabada cremosa 
1 xícara de ameixa sem caroços 
1 taça de vinho do Porto 
1 lata de leite condensado 
1 lata de creme de leite com o soro 
2 latas de leite 
3 colheres de sopa de maisena 
1 pacote de biscoito champanhe 
3 claras em neve 
6 colheres de açúcar 
3 gemas


Modo de Preparo:

Em um refratário untado com manteiga acomodar as fatias de ameixas.
Despeje o vinho do Porto sobre as bananas e leve ao forno quente por 30 minutos.

Creme:
Misture o leite e a maisena.
Leve ao fogo mexendo sempre ate engrossar.
Retire do fogo e misture o creme de leite com o soro mexendo bem ate obter um creme liso.
Retire as bananas do forno, cubra-as com biscoitos champanhe.
Despeje o creme sobre os biscoitos.
Bata as claras em neve, junte o açúcar e continue a bater ate que o merengue esteja brilhante.
Coloque-o por cima do creme e leve ao forno médio ate dourar.
Sirva gelada.


http://www.amoreceitas.com/receita/receita-de-sobremesa-de-banana-com-goiabada-e-merengue.html#.UJJuTW-x-dc























http://www.myhappyday.com.br/home/2012/9/22/e-primavera.html




Tenha um ótima semana...
 Anajá Schmitz

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Tenham todos um ótimo feriado.




Esta linda e saborosa receita peguei no Blog Eu faço assim  super saborosa e pratica.

 


Ingredientes:
1 pcte de waffles triturado no processador até virar uma farofa.
1 lata de leite condensado
1 pote pequeno de iogurte natural
4 limões (só o suco)
Preparo do creme:
Bata no liquidficador o leite condensado, o iogurte e o suco dos limões.
Montagem:
Num refratário, ou nos recipientes individuais, lembrando que toda transparência é bem vinda e deixa a sobremesa mais gostosa aos olhos....Coloque o creme batido no liquidificador, depois uma camada da farofa e por cima, coloque mais um pouco do creme, salpique chocolate em pó, ou um pouco de chantilly, enfeite com uma folhinha de hortelã e deixe na geladeira por 4 horas.



Temos aqui uma bela combinação entre a Prata e o Cristal,  perfeita!










                                                 http://www.myhappyday.com.br/home/2012/7/2/pratas-e-cristais.html



Tenha um ótimo feriadão.
 Anajá Schmitz

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O poeta dos escravos



A canção do africano

Lá na úmida senzala,
Sentado na estreita sala,
Junto ao braseiro, no chão,
Entoa o escravo o seu canto,
E ao cantar correm-lhe em pranto
Saudades do seu torrão ...


De um lado, uma negra escrava
Os olhos no filho crava,
Que tem no colo a embalar...
E à meia voz lá responde
Ao canto, e o filhinho esconde,
Talvez pra não o escutar!


"Minha terra é lá bem longe,
Das bandas de onde o sol vem;
Esta terra é mais bonita,
Mas à outra eu quero bem!


"0 sol faz lá tudo em fogo,
Faz em brasa toda a areia;
Ninguém sabe como é belo
Ver de tarde a papa-ceia!


"Aquelas terras tão grandes,
Tão compridas como o mar,
Com suas poucas palmeiras
Dão vontade de pensar ...


"Lá todos vivem felizes,
Todos dançam no terreiro;
A gente lá não se vende
Como aqui, só por dinheiro".


O escravo calou a fala,
Porque na úmida sala
O fogo estava a apagar;
E a escrava acabou seu canto,
Pra não acordar com o pranto
O seu filhinho a sonhar!


............................


O escravo então foi deitar-se,
Pois tinha de levantar-se
Bem antes do sol nascer,
E se tardasse, coitado,
Teria de ser surrado,
Pois bastava escravo ser.


E a cativa desgraçada
Deita seu filho, calada,
E põe-se triste a beijá-lo,
Talvez temendo que o dono
Não viesse, em meio do sono,
De seus braços arrancá-lo!
                                                        Castro Alves


Existem duas coisa que gosto muito, poesia e decoração não posso desassocia-las. Para embelezar esta linda poesia de Castro Alves, segue imagens de ceias ao ar livre e muitas almofadas.

sábado, 27 de outubro de 2012

Frases de Castro Alves


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"Oh! Bendito o que semeia
Livros ... livros à mão cheia ...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É germe – que faz a palma,
É chuva – que faz o mar."
Castro Alves












                                                http://www.myhappyday.com.br/home/2012/3/9/boas-ideias.html                                                                 http://pensador.uol.com.br/poemas_de_castro_alves/
Na hora em que a terra dorme
enrolada em frios véus,
eu ouço uma reza enorme
enchendo o abismo dos céus
                      Castro Alves






Tenha um ótimo fim de semana
 Anajá Schmitz

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O poeta solitário



Amar e Ser Amado

Amar e ser amado! Com que anelo
Com quanto ardor este adorado sonho
Acalentei em meu delírio ardente
Por essas doces noites de desvelo!
Ser amado por ti, o teu alento
A bafejar-me a abrasadora frente!
Em teus olhos mirar meu pensamento,
Sentir em mim tu’alma, ter só vida
P’ra tão puro e celeste sentimento
Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
Juntos, juntos perderem-se no oceano,
Beijar teus labios em delírio insano
Nossas almas unidas, nosso alento,
Confundido também, amante, amado
Como um anjo feliz... que pensamento!? 
                                                   Castro Alves








                                     http://www.myhappyday.com.br/home/2012/7/2/acessorios-para-lavabos.html

Tenha um ótimo dia.
 Anajá Schmitz

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Navio Negreiro




Uma poesia de Castro Alves. Tragédia no Mar foi concluído pelo poeta em São Paulo, em 1868. Quase vinte anos depois, portanto, da promulgação da Lei Eusébio de Queirós, que proibiu o tráfico de escravos, de 4 de setembro de 1850. A proibição, no entanto, não vingou de todo, o que levou Castro Alves a se empenhar na denúncia da miséria a que eram submetidos os africanos na cruel travessia oceânica. É preciso lembrar que, em média, menos da metade dos escravos embarcados nos navios negreiros completavam a viagem com vida.

Composto em seis partes, o poema alterna métricas variadas para obter o efeito rítmico mais adequado a cada situação retratada. Assim, inicia-se com versos decassílabos que representam, de forma claramente condoreira, a imensidão do mar e seu reflexo na vastidão dos céus:

“'Stamos em pleno mar... Doudo no espaço
Brinca o luar - dourada borboleta;
E as vagas após ele correm... cansam
Como turba de infantes inquieta.

'Stamos em pleno mar... Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro...
O mar em troca acende as ardentias,
- Constelações do líquido tesouro...

'Stamos em pleno mar... Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes...
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?...

'Stamos em pleno mar. . . Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Note o leitor que o poema se inicia com a supressão da vogal E inicial da palavra Estamos, grafada ‘Stamos para que o poeta forme um verso decassílabo. É um recurso tipicamente romântico: a expressão suplanta o cuidado formal.

Na segunda parte do poema, composta em versos redondilhos maiores (heptassílabos), ao seguir o navio misterioso, pedindo emprestadas as asas do albatroz, o eu lírico escuta as canções vindas do mar. Ao se aproximar, na terceira parte, em versos alexandrinos, o eu lírico se horroriza com a “cena infame e vil”, descrita na quarta parte do poema, através de versos heterossílabos, alternando decassílabos e hexassílabos:

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!

Na quinta parte, novamente em heptassílabos, o poeta faz um retrocesso temporal, descrevendo a vida livre dos africanos em sua terra. Cria, assim, um contraponto dramático com a situação dos escravos no navio. Na última estrofe Castro Alves retoma os decassílabos do início para protestar com veemência contra a crueldade do tráfico de escravos:

Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?

Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...

Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...

Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!

Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!





                               http://www.myhappyday.com.br/home/2012/3/2/cantinhos-junto-a-janela.html


Tenha um ótimo dia.
 Anajá Schmitz


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O poeta Castro Alves



Antônio Frederico de Castro Alves foi um importante poeta brasileiro do século XIX. Nasceu na cidade de Curralinho (Bahia) em 14 de março de 1847.
No período em que viveu (1847-1871), ainda existia a escravidão no Brasil. O jovem baiano, simpático e gentil, apesar de possuir gosto sofisticado para roupas e de levar uma vida relativamente confortável, foi capaz de compreender as dificuldades dos negros escravizados.
Manifestou toda sua sensibilidade escrevendo versos de protesto contra a situação a qual os negros eram submetidos. Este seu estilo contestador o tornou conhecido como o “Poeta dos Escravos”. 
Aos 21 anos de idade, mostrou toda sua coragem ao recitar, durante uma comemoração cívica, “Navio Negreiro”. A contra gosto, os fazendeiros ouviram-no clamar versos que denunciavam os maus tratos aos quais os negros eram submetidos. 
Além de poesia de caráter social, este grande escritor também escreveu versos líricos-amorosos, de acordo com o estilo de Vítor Hugo. Pode-se dizer que Castro Alves foi um poeta de transição entre o Romantismo e o Parnasianismo. 
Este notável escritor morreu ainda jovem, antes mesmo de terminar o curso de Direito que iniciara, pois, vinha sofrendo de tuberculose desde os seus 16 anos.

Apesar de ter vivido tão pouco, este artista notável deixou livros e poemas significativos.

Poesias de Castro Alves:

- Espumas Flutuantes, 1870

- A Cachoeira de Paulo Afonso, 1876 

- Os Escravos, 1883 

- Hinos do Equador, em edição de suas Obras Completas (1921) 

- Navio Negreiro (1869) 

- Tragédia no lar 



Aqui temos alguma imagens de consoles. Eles são cantinhos especiais em uma casa, por isso, pontos de luz e flores, ficarão sempre em destaque para dar aconchego e beleza no lar.