terça-feira, 25 de setembro de 2012

Casamento II


Esse anel, aliança, surgiu entre os gregos e os romanos, provavelmente vindo de um costume hindu de usar um anel para simbolizar o casamento. Os romanos acreditavam que no quarto dedo da mão esquerda passava uma veia (veia d'amore) que estava diretamente ligada ao coração, costume carregado culturalmente até os dias de hoje.
No início a aliança era tida como um certificado de propriedade da noiva, ou de compra da noiva, indicando que a mesma não estava mais apta a outros pretendentes. A partir do século IX, a igreja cristã adotou a aliança como um símbolo de união e fidelidade entre casais cristãos.
Muitas crenças nasceram então, como exemplo o fato de que os escoceses dizem que a mulher que perde a aliança está condenada a perder o marido.
Seus anéis eram de ferro imantado. Eles acreditavam que um imã tinha o poder de atrair o coração humano, órgão que representa o amor. Por isso tiveram a idéia de usar anéis após a celebração matrimonial, com a função de atrair o coração do companheiro para sempre. O imã, em formato de anel, era usado no dedo anular da mão esquerda, pois acreditava-se que ali havia uma veia ligada diretamente ao coração. Esse costume passou depois para os romanos e a Igreja manteve a tradição. No casamento judaico, as alianças são usadas no dedo indicador.
O termo aliança (bérith em hebraico) possui o sentido de compromisso ou de pacto, o anel nupcial. O anel serve essencialmente para indicar um elo, o signo de uma aliança, de um voto, a ambivalência desse símbolo provém do fato de que o anel une e isola ao mesmo tempo. É a expressão de um voto que confere ao anel seu valor sacramental. Poder-se-á observar ainda que,
de acordo com a tradição, durante a celebração do casamento os noivos devem permutar entre si os anéis, uma dialética duplamente sutil e que exige que cada um dos cônjuges se torne, assim, amo e escravo um do outro. (Como a imagem do abade, substituto da divindade, a colocar o anel nupcial no dedo da noviça que, assim, se torna esposa mística de Deus, a serva do senhor.)
No cristianismo, o anel simboliza a união fiel, livremente aceita. Está ligada ao tempo e ao cosmo. O texto de Pitágoras que diz: "Não deveis colocar a imagem de Deus em vosso anel." Isso demonstra que não se devia associar Deus ao tempo.
Os primeiros cristãos, à imitação dos gentios, usavam anéis e, Clemente de Alexandria aconselhava os cristãos de seu tempo a usarem no engaste de seus anéis a imagem de uma pomba, de um peixe ou de uma âncora. Só os aristocratas eram autorizados a usar um anel de ouro. No plano esotérico, o anel possui poderes mágicos.
Foi em 1549 no Livro de Orações Comuns que foi designada a mão esquerda como "mão do casamento", uma tradição reconhecida até hoje em todo o mundo.
Outro fato interessante é que até o século XIII não havia aliança de noivado ou compromisso. O Papa Inocente III declarou que deveria haver um período de espera que deveria ser observado entre o pedido de casamento e a realização da cerimônia matrimonial. É por isso que hoje existe um anel de noivado e depois a aliança de casamento. O primeiro anel de noivado de que se tem notícia foi aquele dado pelo Rei da Alemanha, Maximiliano I, a Maria de Burgundy em 1477.

Jardim Inglês de erva-casamento-vintage-prata
Jardim Inglês-casamento-vintage-prata-vaso-vindima vaso-jardim-de rosa

vibrante-vintage-prata-ouro fúcsia-tablescape
patina pequeno-prata-vaso-rosa peônia-em-vintage-manchada-prata-coupe
Vintage Prata Centerpiece-
pequeno-vintage-prata-taça vaso-vindima prata-bolo stand-
vindima prata-chá-set-casamento-aluguel

vindima prata-sobremesa-stand2vintage-prata-taça
http://www.elizabethannedesigns.com/blog/2012/02/20/vintage-tarnished-silver-wedding-centerpiece/
http://www.agaliancas.com/como%20surgiu%20a%20alianca.htm


Tenham um ótimo dia...

 Anajá Schmitz

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Casamento I



O vestido de noiva é um dos signos mais emblemáticos do casamento, refletindo os costumes de um povo e simbolizando, de modo deslumbrante, o amor do casal.
Um traje especial para um dia não menos importante. Independente da conotação – amorosa, comercial, familiar ou religiosa, o casamento é uma das ocasiões mais importantes na vida do casal. E para a mulher a escolha do traje sempre esteve ligada à importância que se da para esta cerimônia. A expressão “vestido de noiva”, segundo alguns historiadores, surgiu na Idade Média. Mas mesmo sem ter a consciência de uma peça exclusiva para esta data, as mulheres, já nos relatos bíblicos, sempre estiverem preocupadas em como se apresentar para a sua comunidade.
Os relatos históricos mais antigos que se têm notícia são da Grécia, onde as mulheres se vestiam de branco e usavam uma coroa, pois deste modo, quando estavam a caminho da casa do noivo, recebiam as bênçãos de Himeneu, o deus do casamento. O rosto também era coberto com véu (que protegia da inveja, mau olhado e a cobiça de outros homens) e a jovem carregava uma tocha (símbolo do deus).
Noiva Greg
a


Elegante-Roxo-barroco-Sobremesa-Table


Gold-barroco inspirado casamento-de IdéiasAzul-Ouro-Vintage-China-Casamento

Black-Gold-Roxo-de Luxo mesa-

http://www.elizabethannedesigns.com/blog/2011/03/10/elegant-woodland-wedding-style/

Teacup Sobremesa-Display-3

Rústico toscano Grinalda-2Rústico toscano queda do partido-por-Brocade-Designs-18

http://www.elizabethannedesigns.com/blog/2011/08/18/rustic-tuscan-tabletop/
http://mariadevoz.com.br/blog/br/vestido-de-noiva/


Tenham um ótimo dia...

 Anajá Schmitz

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SACI PERERÊ ...



A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.

É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.

Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.

Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.

Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc.

Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial.

Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas.

Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações:
Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda.
Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai.Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer.

Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.


http://casadecorada45.blogspot.com.br/2012/06/post-0439.html


Tenha um ótimo dia...
Anajá Schmitz



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Apreciando a gastronomia....

Em nossas andanças pelo Uruguai e Argentina, umas das coisas mais gostosa que já comemos foi o alfajor. Esse doce alegrou nossas viagens. Na ultima viagem fomos de carro e nosso café da tarde era alfajor com energético, dizem que o energético tira o sono, mas para mim não adiantou, ele funcionou como um sonífero. 

Alfajor (em castelhano pronuncia alfarror) é um doce tradicional da Espanha, Argentina, Chile, Peru, Uruguai e outros países ibero-americano, O nome vem do árabe al hasu e significa recheado.
Doce composto de duas ou três camadas de massa, que após assadas devem ser levemente crocantes e macias, quase esfarelando, mas firmes, e com recheio de doce de leite, coberto com chocolate derretido ou polvilhado com açúcar de confeiteiro.
 Com o passar dos anos, entretanto, a receita tradicional foi perdendo espaço para sabores de alfajor novos e exóticos. Muito popular na Argentina, o doce é considerado um ícone da cultura do País, onde são consumidos seis milhões de alfajores todos os dias de mais de uma centena de marcas. A mais famosa delas, Havanna, data de 1948 e possui mais de cento e oitenta lojas no país.

Alfajor



MASSA
  •  100g de farinha de trigo
  •  100g de açúcar
  •  2 ovos
  •  100g de manteiga
  •  200g de amido de milho
  •  1 colher (sobremesa) de fermento em pó
RECHEIO
  •  1 lata de doce de leite
  •  400g de chocolate meio amargo ou ao leite (para banhar os Alfajores)



  •  Em um recipiente, coloque o açúcar, a manteiga e os ovos levemente batidos
  •  Misture com uma colher
  •  A seguir, adicione a farinha, o amido de milho e o fermento (peneirados)
  •  Mexa com as mãos até se agregarem e trabalhe a massa sobre uma superfície lisa
  •  Abra porções da massa com auxilio do rolo
  •  Modele os Alfajores com um cortador redondo
  •  Coloque em uma assadeira untada e polvilhada
  •  Leve ao forno pré-aquecido 200°C por 15 a 20 minutos
  •  Retire do forno e empregue o recheio de doce de leite
  •  Após recheá-lo banhe no chocolate meio amargo derretido em banho-maria
  •  Decore a gosto
http://vovopalmirinha.com.br/bolos/alfajor-2
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfajor





Dicas de Como Decorar Mesas




   
http://coisasladosul.blogspot.com.br/2012/01/mesas-decoradas_15.html
http://como-decorar.blogspot.com.br/


Tenha um dia iluminado....
Anajá Schmitz


terça-feira, 18 de setembro de 2012

A Lenda de São Sepé ok


Sepé era um índio valente e bom, que lutou contra os estrangeiros para defender a terra das missões. Ele era predestinado por Deus e São Miguel: tinha nascido com um lunar na testa. Nas noites escuras ou em pleno combate, o lunar de Sepé brilhava, guiando seus soldados missioneiros. Quando ele morreu, vencido pelas armas e o número de portugueses e espanhóis, Deus Nosso Senhor retirou de sua testa o lunar, que colocou no céu do pampa para ser o guia de todos os gaúchos - é o Cruzeiro do Sul.


http://www.houseofturquoise.com/

http://thevisualvamp.blogspot.com.br/2012/08/francois-halard.html




Tenha um dia encantado....
Anajá Schmitz


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Lenda do Papa figo


O Papa Figo, ao contrário dos outros mitos, não tem aparência extraordinária. Parece mais com uma pessoa comum. Outras vezes, pode parecer como um velho esquisito que carrega um grande saco às costas.
Na verdade, ele mesmo pouco aparece. Prefere mandar seus ajudantes em busca de suas vítimas. Os ajudantes por sua vez, usam de todos os artifícios para atrair as vítimas, todas crianças claro, tais como; distribuir presentes, doces, dinheiro, brinquedos ou comida. Eles agem em qualquer lugar público ou em portas de escolas, parques, ou mesmo locais desertos.

Depois de atrair as vítimas, estas são levadas para o verdadeiro Papa-Figo, um sujeito estranho, que sofre de uma doença rara e sem cura. Um sintoma dessa doença seria o crescimento anormal de suas orelhas.

Diz a lenda, que para aliviar os sintomas dessa terrível doença ou maldição, o Papa-Figo, precisa se alimentar do Fígado de uma criança. Feito a extração do fígado, eles costumam deixar junto com a vítima, uma grande quantia em dinheiro, que é para o enterro e também para compensar a família.

Origem: Mito muito comum em todo meio rural. Acredita-se que a intenção do conto era para alertar as crianças para o contato com estranhos, como no conto de Chapeuzinho Vermelho. 









Tenha um dia abençoado....
Anajá Schmitz

domingo, 16 de setembro de 2012

Lenda da Vitória Regia



Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.

E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.

A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.

Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.






sábado, 15 de setembro de 2012

Você sabia que ..,


Limpando piso e azulejos

Comece a limpeza dos azulejos da cozinha pelo rejunte, onde a sujeira mais se acumula. Retire a sujeira mais difícil com a ajuda de um estilete. Em seguida, esfregue os azulejos com um pano embebido em um produto de limpeza específico, misture com água na proporção de uma medida de removedor para três de água. Depois que os azulejos estiverem secos, passe um pano para dar brilho.
Para a limpeza do piso da cozinha, esfregue bem a solução com água sanitária (2 colheres (sopa) de água sanitária para cada litro de água). Não é recomendado utilizar detergente ou sabão em pó com água sanitária, pois a mistura pode anular a ação desinfetante dos produtos e assim, os microorganismos continuam vivos na sua cozinha. Na sujeira mais leve, o ideal é pingar oito gotas de detergente para cada litro de água e passar a mistura com um pano.






                           http://cottageandvine.blogspot.com.br/2012/04/outdoor-lighting.html


Tenham um ótimo dia ...
 Anajá Schmitz